William Shakespeare: Soneto 11 - "deixares a juventude"

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Tão rápido quanto cresces, assim fenecerás Em um dos teus de quem te despedes; E o sangue novo que aos mais novos concedes 

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Poderás chamar de teu quando deixares a juventude. Aqui reside a sabedoria, a beleza e o progresso; Sem isto, há loucura, velhice e decrepitude. 

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Se todos se importassem, o tempo cessaria, E em três tempos do mundo ele se despediria. Deixemos aqueles que a Natureza não preservou, 

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Duros, amorfos e rudes, morrer sem filhos. Àqueles a quem ela concedeu a graça, deu mais ainda; Cujo presente abundante mais deverias prezar; 

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Ela te esculpiu como símbolo e, por isso, Mais deverias produzir para não feneceres.  Veja a seguir

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Eu tenho mais um soneto de William Shakespeare para mostrar que vai conquistar o seu coração

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Veja

É o soneto 2... dentre os mais belos seres... de William Shakespeare.  Leitura imperdível.

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FIM... Veja que poesia linda de Machado de Assis.

Chama-se "dormir no campo". Veja se conhece...

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