Soneto 23: extraordinário poema de William Shakespeare

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Créditos: Canva Pro. Imagens: Historiatecabrasil.com

Como no palco o ator que é imperfeito Faz mal o seu papel só por temor, Ou quem, por ter repleto de ódio o peito Vê o coração quebrar-se num tremor,

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Em mim, por timidez, fica omitido O rito mais solene da paixão; E o meu amor eu vejo enfraquecido, Vergado pela própria dimensão.

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Seja meu livro então minha eloquência, Arauto mudo do que diz meu peito, Que implora amor e busca recompensa

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Mais que a língua que mais o tenha feito. Saiba ler o que escreve o amor calado: Ouvir com os olhos é do amor o fado.

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E se você pensa que esse poema é lindo... é porque não viu o próximo que eu vou te mostrar...

a seguir  →   

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