A Uma Menina

poesia A Uma Menina

Desabrochas ainda; tu és bela
Como a flor do jardim;
És doce, és inocente, como é doce
Divino Querubim.

Nas gotas da pureza inda se anima
A tu’alma infantil;
Não te nutre inda o peito da malícia
Mortífero reptil.

Quando sorris trasbordam de teus lábios
As gotas d’inocência;
No teu sorriso se traduz o encanto
Da tua pura essência.

És anjo, e são os anjos que confortam
Os tormentos da vida;
Vive, e não haja em teu semblante a prova
De lágrima vertida!

La esencia de las flores
Tu dulce aliento sea.
QUINTANA

William Shakespeare: Soneto 9 – “O mundo te lamentará” William Shakespeare: Soneto 14 – “adivinhar o azar ou a sorte” William Shakespeare: Soneto 13 – “Contra o vento impiedoso” William Shakespeare: Soneto 12 – “a noite medonha vem naufragar” William Shakespeare: Soneto 11 – “deixares a juventude” William Shakespeare: Soneto 10 – “Envergonha-te” William Shakespeare: Soneto – “Por que ama o que não recebe?” William Shakespeare: a morte do sol e do homem William Shakespeare: Adoça teus sumos; orna um lugar William Shakespeare: injustiça que justamente se excede